

Durante anos, a ginástica íntima foi ensinada como simples contrações para fortalecimento. Mas o fortalecimento é só a superfície.
Pesquisas sobre resposta neurológica mostram que quando a musculatura pélvica é usada em sequências específicas de ritmo, tempo e posição, o corpo masculino
reage de forma completamente diferente.

Quando o cérebro sente algo novo e intenso, ele associa essa experiência à pessoa que provocou a sensação. É por isso que mulheres que dominam essa sequência relatam parceiros mais envolvidos, sem fôlego e com desejo renovado.

Essa técnica consiste em apertar e soltar num ritmo específico que cria uma sensação de ondas alternadas no iluminado do parceiro, gerando muito prazer.

Prazer, eu sou Jal Reis








